“Simplesmente magnífica!”
José Valle de Figueiredo | Facebook página oficial | Fevereiro 2013

“Forma de cantar deliciosa e adorável”
Tom Krause | Facebook página oficial | Janeiro 2013

“Mais do que uma excelentíssima cantora, uma personalidade! Que sorriso, que carisma!”
Jorge Castro | Facebook página oficial | Outubro 2012

“Linda! Talentosa! Humilde!”
Nina Aires Pereira | Facebook página oficial | Setembro 2012

“O justíssimo reconhecimento de um enorme talento!”
António Carlos Matos | Facebook página oficial |  Setembro 2012 (sobre o PJM)

“(…) O exigente papel de Páris foi entregue à jovem soprano Marina Pacheco, que exibiu para além de assinalável musicalidade, invulgar segurança e solidez técnica, justificando os aplausos não tanto pela agradável presença física, mas pela ductilidade vocal (…)”
Manuel Pedro Ferreira |  “Gosto e Desgosto” no Jornal Público, | Setembro 2012 (sobre Páris e Helena de W. C. Gluck)

“A jovem Marina Pacheco é um autêntico animal de palco.”
Helena Araújo |`Blog 2 dedos de conversa | Julho 2012

“Um talento inato para o palco”
Norma Graça-Silvestre | Facebook página oficial | Março 2011

“Marina Pacheco é uma cantora (…) que entrou na minha lista de ídolos, pela sua personalidade, pela sua força de querer vencer e pela sua maravilhosa voz. (…) um exemplo de que nada é impossível, desde que nos empenhemos e trabalhemos para o que desejamos conseguir…”
Ivo Santos | youtube página oficial | Fevereiro 2011

“Fenomenal. Um exemplo lindo da classe e dos verdadeiros amantes da música.”
Ricardo Rebelo da Silva | Facebook página oficial | Janeiro 2011

“No mesmo dia em que a televisão nos trouxe a alegria da vitória de José Mourinho na alta roda do futebol mundial, a RTP1, no seu programa 30 minutos, dava voz a um professor de uma jovem portuguesa, Marina Pacheco, que estuda Bel Canto no estrangeiro, com elogios muito raros de se ouvir.”
Luís Carvalho Lima | www.apemip.pt e Jornal Sol | Janeiro de 2011

“(…) ninguém fica indiferente (…)”
João Xavier Coimbra | Facebook página oficial | Janeiro 2011

“Uma voz lindíssima, super educada e adequa-se muito bem ao estilo de música que canta. (…) a Marina teve o dom de me cativar só através de uma entrevista. Além do talento e da voz ímpar, também tem a beleza do seu lado.”
Pedro Santos | Facebook página oficial | Janeiro 2011

“Uma força! Um exemplo!”
Vera Roquette | Facebook página oficial | Janeiro 2011

“Grande demonstração de carácter e atitude, empenho e muita dedicação.”
José Ricardo Freitas | Facebook página oficial \ Janeiro 2011

“Um orgulho e uma inspiração”
Paulo Ferreira | Facebook página oficial  | Janeiro 2011

“Tanto talento que me faltam as palavras…”
Maria Margarida Cascarejo | Facebook página oficial | Dezembro 2010

“(…) não deixo de emocionar-me com tanto brilho que tem na voz (…)”
Maria Manuela Sanches |  livro de honra do lançamento do Disco | Novembro 2010

“A beleza é total. Ficamos encantados”
Carlos Silva e Maria José | livro de honra do lançamento do Disco | Novembro 2010

“Marina não é só voz, é corpo, é alma e muita luz”
Beatriz Pereira | livro de honra do lançamento do Disco | Novembro 2010

“… depois do orgulho que nos fez sentir José Mourinho, vale a pena lembrar outros motivos que nos orgulham do Ser e da Arte do que Somos e Somos Capazes!”
Blog A Nossa Candeia | Janeiro 2010

“Marina Pacheco – um dos sopranos mais aclamados do país”
O Interior | Janeiro 2010

“Esta jovem cantora, aclamada como um novo talento do canto lírico em Portugal, reafirma a sua carreira promissora ao conquistar este importante prémio”
www.rostos.pt | Outubro 2009 (sobre Prémio atribuído no Terzo Concorso Internazionale di Canto Lirico Luciano Neroni, Itália)

“(…) deu-nos a certeza dum talento a que só a consumação natural da completa maturidade prepara a previsível consagração. Em Marina Pacheco já vivem o timbre apurado, a graciosidade e a chama, ingredientes fundamentais. O tempo se encarregará de lapidar o diamante que já se adivinha. (…) Marina Pacheco, não a percamos de vista.”
Simões Netto | O Primeiro de Janeiro | Maio 2006

“A Marina teve um brilhante desempenho na interpretação da sua canção intitulada Esta é uma canção de embalar, que mereceu da parte dos autores das outras canções manifestações de apreço…”
Jornal da Maia | Junho 1994 (sobre a participação no concurso infantile Sequim d’Ouro/Itália)

Jan-Lucas Schmitt, Neue Osnabrücker Zeitung, Janeiro 2015

“O primeiro ponto alto foi protagonizado pela soprano Marina Pacheco com a ária da Juliette da ópera de Gounod “Romeo et Juliette”. Esta foi aclamada pelo público mais duas vezes, podendo, para além da sua agradável voz, que domina com uma leveza jovem e elegante até mesmo nas passagens mais difíceis, evidenciar o seu talento como atriz.

A Filarmónica e a soprano, com a atuação visivelmente alegre do Maestro Marc Tadue, apresentaram-se não só como companheiros atenciosos e muito atentos da solista, como também como uma orquestra virtuosa, extremamente coordenada e de forte sonoridade. (…) entusiasmaram os espectadores a ovações de vários minutos, que tanto a cantora como a orquestra honestamente mereceram.”

Carmen Busch, Mitteldeutsch Zeitung, Janeiro 2015

“Da mesma forma se esperava o sorriso da cantora portuguesa de oratória e ópera, Marina Pacheco (…).

“Nunca se está completamente vestido sem um sorriso”, comenta a jovem portuguesa. E foi o que recebeu a soprano, bem como muitos e estrondos aplausos pela sua performance na ária da Olympia dos “Contos de Hoffmann” de Offenbach. Com uma leveza estudada e animada Pacheco cantou a ária de coloratura e impressionou bastante o público.

“Eu gostei de “La belle Hélène”, de Offenbach, e das árias com esta maravilhosa jovem Soprano (…)”

Hans Lehmann, Ostthüringer Zeitung, Janeiro 2015

“Aquém dos acontecimentos orquestrais e de tanta revelação, não ficou a entrada da jovem portuguesa Marina Pacheco, que com a sua colocação de voz de soprano soube encantar o público.

Uma ária da ópera “Romeo et Juliette”, de Charles Gounod aumentou a tensão, que com a famosa Ária da figura mecânica “Olympia” de “Os Contos de Hoffmann” de Offenbach levou a um primeiro ponto alto da noite.

O que foi cantado sob a direção do maestro Marc Tadue juntamente com a orquestra no palco da Volkshaus, foi o melhor do teatro musical com uma virtuosidade perfeita até à mais alta nota da voz de soprano.”