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"A desgraçada, era eu!"

Marina Pacheco

Há alguns anos fiz parte de uma produção muito bonita da ópera Paride ed Elena de C.W. Gluck. Interpretava Paride, um papel masculino longo e exigente, numa encenação dirigida pela coreógrafa Clara Andermatt que concedeu ao espectáculo uma movimentação em palco muito elegante e original, criando momentos de diálogo corporal bailado. 

O cenário era simples mas muito eficaz: um piano vertical velho, meio desconstruído para que uma das personagens pudesse inclusivamente passar por dentro dele; um banco de piano de tampo redondo também bastante velho e vários estrados nivelados a alturas diferentes que iam sendo alterados durante o espectáculo para criar diversas dinâmicas.

Foi um período de ensaios maravilhoso, elenco incrível, equipa técnica e assistentes de palco maravilhosos... Tudo pronto para a estreia. Mas antes: ENSAIO GERAL ABERTO À IMPRENSA.

Tudo corria bem: silêncio na plateia;  marcações e luzes todas corretas; alterações de cenário na perfeição; musicalmente tudo bastante bem; estado de um dos elementos cénicos: duvidoso... 

 Marina Pacheco (Paride) & Carmen Matos (Elena)

Marina Pacheco (Paride) & Carmen Matos (Elena)

Num dos momentos mais bonitos de interlúdio musical, em que o coro desempenhava uma coreografia que terminava numa espécie de escultura humana, a minha personagem e o meu par romântico assistiam do estrado mais alto: ela de pé, eu sentada no banco velho (bastante velho!). Eis que sinto um ranger estranho do banco e mexi-me ligeiramente para me certificar do mesmo; novo ranger nada bom indício; até que lanço um olhar esbugalhado à minha colega de palco que se ia sentar a seguir, mas, naturalmente, não foi suficiente para lhe passar pela cabeça que eu estava a tentar alertá-la para o facto de o banco ranger e, sendo ela a próxima a sentar-se, deveria ter cuidado. Acaba a coreografia e chega a minha vez de me levantar, numa fala (recitativo cantado) do meu par romântico. Foi o tempo de ela respirar para cantar e eu cair estatelada no chão perante um banco desfeito! 

(deixo espaço para a vossa imaginação...)

Prosseguindo... Levantei-me num abrir e fechar de olhos como se nada fosse, a escultura humana tremia por todos os lados tal era a tentativa dos meus colegas que a compunham de segurarem uma gargalhada, e a minha colega que cantava teve de fazer das tripas coração para conseguir continuar como se nada fosse... Como se costuma dizer: "The show must go on!". Divertida como sou, precisei olhar para todos os lados menos para ela - que cantava para mim - porque estava a ser assaltada por uma vontade enorme de rir.

Reportagem sobre a produção Paride ed Elena

Já da plateia, os jornalistas com certeza registavam o momento hilariante... Dito e feito!

Dias mais tarde, a propósito de outra produção, dei uma entrevista a um jornalista muito simpático que, percebendo que eu fazia parte da produção de Paride ed Elena, me disse muito animadamente "Ah pois, eu estive lá no ensaio geral onde aquela desgraçada caiu do banco!"

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Resposta imediata, seguida de uma enorme gargalhada que me caracteriza: "A desgraçada, era eu!"

O paradoxo da magia de um sonho

Marina Pacheco

 @ Krystallenia Photography

@ Krystallenia Photography

Há dias em que se instala um paradoxo de emoções. Uma vontade de ir atrás dos sonhos, desejar ir mais alto, de almejar conquistas... Por outro lado, a dúvida, alguma inércia, o medo de falhar e a incapacidade de acreditar por completo.

A verdade é que um passo em frente permite-nos começar a sair do sítio onde já não queremos estar... independentemente de serem precisos mais, muitos mais passos... tal como partilhei no post "Gota a gota... Passo a passo..."! É sempre necessário um ponto de partida e, nem sempre, é o mais simples. É como ir ao ginásio: custa começar, mas, aos poucos, vai dando resultados e tornando-se tão salutar quanto indispensável.

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Não é possível viver num impasse de descrença em mim e no que me rodeia. Não combina comigo, não combina com o mundo, no qual tudo gira... Simplesmente não sou eu!

Ambiciono novos projetos, novos palcos, novas conquistas... Quero ser inteira em tudo o que faço! Quero viver a minha vida, a minha carreira, esse meu sonho em plena alegria... Quero ser feliz!!!

A crítica como dádiva!

Marina Pacheco

 @Krystallenia Photograhy

@Krystallenia Photograhy

A minha profissão é construída com base na crítica. Desde os primeiros passos, as primeiras aulas, as primeiras audições somos confrontados com análises do nosso trabalho. Análises externas pelos professores, pela família, pelos amigos e pelo público e a nossa auto-análise/ autocrítica.

Este é um percurso que se constrói na base da técnica IDENTIFICA - RESOLVE - IDENTIFICA DE NOVO - RESOLVE DE NOVO, o que nos permite ir crescendo e ter o privilégio de viver sob a premissa: há sempre algo a MELHORAR. A perfeição não me parece alcançável numa arte tão nobre e de apreciações tão subjectivas. O que um artista transporta consigo tem tanta subjetividade que até mesmo perto da perfeição, haverá sempre pelo menos duas perspectivas diferentes e uma sempre menos favorável do que a outra.

Daí vem o aprender a lidar com a crítica, aprender a receber humildemente opiniões e aprender a ser selectivo e a reter o que realmente serve para nós. Não se trata de pedantismo, mas, sim, de capacidade de auto-avaliação e uso potenciado daquilo que nos sugerem. Isto porque ninguém conhece melhor o nosso corpo e o nosso instrumento do que nós, cantores. 

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Portanto, todo o processo de construção de uma carreira, de uma voz, de verdades artísticas singulares esconde por detrás uma panóplia de momentos de crítica. E mesmo aquelas considerações que são feitas com alguma maldade e sem propósito construtivo algum, a não ser desestabilizar, são tão válidas e importantes como todas as outras, pela possibilidade que nos dão de aprender a filtrar o que devemos ou não reter, de identificar o que é genuinamente proferido e de nos provar que estamos ou não prontos para abraçar uma carreira tão bonita, mas tão cheia de exigências e rasteiras.

O importante é ver sempre a crítica como uma dádiva!

 

A promessa...

Marina Pacheco

Conforme escrevi no post anterior, a história da minha viagem a Itália e respetiva participação no 37º Zecchino D'Oro, contém imensas sub-histórias que deixaram recordações bonitas.

Desde pequena sabia a paixão da minha mãe por Itália: já lá tinha vivido antes de eu nascer, adorava a cultura, a comida, as pessoas, os recantos,... Enfim, lembro-me como se fosse hoje de ouvir a minha mãe deliciar-se a descrever a adoração por aquele país.

Foi de tal forma que meti na cabeça a ideia de que um dia a levaria lá de volta!

Era uma menina cheia de sonhos e um imenso respeito pelos sonhos dos outros... Fui educada assim, vi em casa exemplos assim, logo é fácil perceber que começou na infância este gosto por fazer surpresas e ajudar os outros a realizar os seus sonhos.

Incutindo o sentido de responsabilidade em mim, muito pequenina a minha mãe deu-me um mealheiro para o qual ia contribuindo de vez em quando com uma moedinha. Uma forma simbólica de me ir habituando a gerir as minhas coisas.

O que eu fiz? Comecei a contar as moedinhas de modo a conseguir o valor para levar a minha mãe a Itália! Inocência! A vontade era tanta que eu acreditava piamente naquilo e ela deliciava-se com as minhas afirmações constantes: "Eu vou levar-te a Itália!", "Um dia vais voltar a Itália!", ...

Não duvidem do poder da mente, da força de vontade e do desejar coisas boas com todo o coração...

 Eu e a minha Mãe em Veneza, em 1994, por ocasião do 37º Zecchino D'Oro.

Eu e a minha Mãe em Veneza, em 1994, por ocasião do 37º Zecchino D'Oro.

Algum tempo depois, enquanto membro dos Pequenos Cantores da Maia, fui convidada para representar Portugal no 37º Zecchino D'Oro e, naturalmente, teria de ir acompanhada por um adulto: a minha mãe. 

Dado o processo de produção do conceito, ainda era um período considerável com direito até a alguns passeios pelo meio, como foi exemplo a viagem a Veneza.

A partir daí, além de ter cumprido a promessa e ter ficado realmente feliz com isso, passei eu própria a falar de Itália com a mesma paixão... Durante anos vi televisão italiana em casa, absorvi a cultura do país de todas as formas, passei a ler livros em italiano e acabei por me dedicar a uma profissão que respira cultura italiana, também.   

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Che bello!

Gota a gota... passo a passo...

Marina Pacheco

Há muitos anos, era eu uma criança, fui convidada para representar Portugal no 37º Zecchino D'Oro, com uma canção de Vítor Dias (maestro do Coro de Pequenos Cantores da Maia, ao qual pertencia). 

Naturalmente nervosismo não foi emoção que me tocasse, embora estivesse consciente de que aquela era uma oportunidade única. O programa é mítico, a maestrina da altura - Mariele Ventre - era uma pessoa muito doce e eu era espectadora assídua do formato todos os anos, através da RTP. Enfim, senti-me privilegiada (há mais história nisto, mas conto num próximo post...)!

Sonhar levou-me longe e quis o Universo que fosse escolhida em 1994 para interpretar "La Canzone" - título português: "Esta é uma canção de embalar". A melodia era bonita, apropriada e ficou bem classificada.

Toda a experiência foi absolutamente marcante e guardei no coração e na memória, chorando, muitas vezes, ao relembrar tempos tão bonitos e tão inocentes. Aprendi parte da magia dos estúdios de gravação, das transmissões em direto, das sessões fotográficas... de tudo o que está por detrás duma produção desta envergadura. É um conceito que se mantém até hoje e perdurará!

De todas as coisas bonitas que vivi neste período (ainda estive em Itália cerca de dois meses, se a memória não me falha), guardo a letra e melodia de uma das canções desse ano e que nos devia fazer pensar a todos diariamente. Chamava-se "Goccia dopo goccia" ("Gota a gota") e foi docemente interpretada por 3 meninos italianos que guardo no coração e com quem mantenho alguma ligação através das redes sociais (o lado bom destas plataformas).

Que possamos refletir. Aqui partilho a bonita e especial mensagem

"O que é uma gota de água se pensares no mar

Uma pequena semente de romã 

Um fio de erva verde num grande prado

Uma gota de orvalho, o que é?

Um passo duma criança, uma nota sozinha,

Um sinal sobre um verso, uma palavra?

Qualquer um diz um <<nada>> mas não é verdade

Porquê? Sabes porquê?

 

Gota a gota nasce um rio

Um passo a seguir ao outro vai-se longe

Uma palavra só e nasce uma canção

Dum <<olá>> dito ao acaso uma nova amizade;

E se uma voz sozinha se ouve pouco

Juntando-se a outras tantas faz um coro

E qualquer um pode cantar mesmo que desafinado

Do nada nasce o nada: isso sim.

 

Não é importante se não somos grandes como as montanhas

O que importa é estarmos todos juntos

Para ajudar quem não consegue

Gota a gota...

 

Gota a gota nasce um rio

E mil fios de erva fazem um prado

Uma palavra só e eis uma canção

De um <<olá>> dito ao acaso uma outra amizade

Um passo depois de outro vai-se longe

Chegas ao dez pois sabes contar

Um grande arranha-céus começa de um tijolo

Do nada nasce o nada, isto sim.

 

Não é importante se não somos grande como as montanhas

O que importa é estarmos todos juntos

Para ajudar quem não consegue. 

Do nada nasce o nada, isso sim.

Estamos todos juntos, isso sim

Do nada nasce o nada, é tudo!"

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Conhecer o Mundo a perder o "meu mundo"...

Marina Pacheco

 @ Krystallenia Photography

@ Krystallenia Photography

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Uma sensação ambígua percorre-me sempre que viajo. Sinto que vou conhecer Mundo, experienciar coisas novas, descobrir recantos. Tudo isto deixando o meu espaço, a minha família e os meus amigos para trás. São opções de vida que custam mais do que, à partida, se imagina.

Apercebo-me de que perco o meu mundo: não estou lá nos aniversários, nas festividades do ano, nas festas organizadas para se juntarem os amigos, naqueles momentos em que os meus precisam dum abraço... ou que eu própria preciso de um abraço.

Às vezes questiono o paradoxo disto tudo; questiono a crueza que está por detrás dos momentos mágicos que vivo em palco.

Perder o meu mundo dói fundo; conhecer o outro lado da minha profissão e vivê-lo proporciona-me uma felicidade e realização pessoal enormes.

Não daria para sentir de outra forma: arte é emoção, é entrega, é dar... e é sentir felicidade nessa oferenda. São opções... Há que tentar aprender a lidar com isso...

Quando os "meus" não estão na plateia...

Marina Pacheco

 @ Krystallenia Photography

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Canto inspirada, feliz, realizada... As luzes a baterem na cara, a energia em palco a sussurrar-me sensações boas para me fazer continuar com toda a entrega... Absorvo cada fracção de segundo de todo e qualquer momento que vivo em plenitude no palco... Acaba a obra, aquela felicidade preenche-me por completo, as palmas estalam – umas mais sinceras do que outras, mas lá no meio não se distinguem – e esse cumprimento delicia-me. As luzes da sala acendem-se, consigo reconhecer as caras que estão do lado do público... Ou se calhar não...

Infelizmente nem sempre posso contar com os “meus” do outro lado: alguns concertos são longe; por vezes os afazeres não permitem a presença dos que amo; algumas pessoas já me ouviram uma vez e sentem que cumpriram com o dever ( não percebem a magia distinta de cada projeto único que levo a palco); alguns amigos esquecem; alguns colegas ficam doentes, outros com preguiça... Não encontro aquele sorriso “meu” vindo da plateia no fim do concerto! As luzes apagam-se, mudo de roupa no camarim, saio pela porta dos artistas, ninguém à espera... Não tenho aquele abraço “meu” no fim de tudo!

Enlaço-me a mim própria num sorriso interior que me aquece. Sinto a felicidade agridoce de estar a viver uma fantasia que o deixou de ser e se tornou realidade... Uma realidade que ajusta os sonhos da melhor forma...

Nem sempre os “meus” estão lá... 

Inveja: basta!

Marina Pacheco

 @ Krystallenia Photography

@ Krystallenia Photography

Recuso-me a lidar com a inveja, com a cobiça alheia. Recuso centrar-me num sentimento que, para além de não me permitir evoluir enquanto ser humano, me leva a estar focada no outro com um princípio desleal de necessidade de cópia ou roubo de características de identidade. Uma vontade de viver o destino de outra pessoa. Custa-me ver esse sentimento nos olhos de outros e sentir que o ser humano muitas vezes se deixa levar, provocando situações de mau estar, de desnecessária comparação que promove, tantas vezes, comportamentos desleais.

O que interessa querer ser melhor do que o outro? O que interessa ultrapassar os seus feitos? O que se ganha com isso? Não quero perder o meu eu; não quero esquecer o que me caracteriza; não quero tornar-me um produto de algo idealizado na minha cabeça com base num sentimento como a inveja.

O caminho de cada um tem um propósito. As opções, os objectivos e os sonhos são resultado de uma personalidade que foi sendo lapidada desde que nascemos. Como invejar isso? Como tentar ter algo que nunca sentiremos como nosso, mesmo depois de o alcançarmos?

Devemos procurar a nossa essência, perceber o nosso percurso, lutar pelos nossos sonhos e amar a nossa existência e o que somos, exatamente como somos.

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Sinais do Universo...

Marina Pacheco

Por vezes o mundo dá-nos a prova de que as coisas não acontecem por acaso... Coincidências?! Sim, é possível... mas há momentos em que é verdadeiramente difícil ser tão descrente de que a força de vontade e as energias boas que nos rodeiam podem fazer mover o universo.

 Com a Professora Luciana Serra no Workshop&nbsp;

Com a Professora Luciana Serra no Workshop 

Ainda estudante de Licenciatura, desejei muito fazer um curso de férias de verão - uma formação específica de canto - de duas semanas, na Suíça... Recorri às minhas poupanças, mas o dinheiro não chegava e eu desejava com todas as minhas forças ir... Era um curso muito bom, com uma professora com quem sonhava aprender... A data limite de inscrição aproximava-se e a quantia era considerável para ser possível em tão pouco tempo amealhar o que faltava.

Não havia muito que pudesse fazer e faltavam cerca de cinco dias para o fecho das inscrições e respetiva transferência bancária, quando recebemos em casa uma carta dirigida à minha mãe, cujo remetente era um Banco. Curioso o facto de que ela já não tinha, supostamente, conta aberta e teria recorrido a tal entidade para um empréstimo para a casa onde vivêramos quando eu era bebé, em Lisboa, há cerca de 20 anos atrás, na altura. Entretanto, com a mudança de casa e de vida, mudou-se também de Banco.

Diga-se que a carta veio parar à nossa, então atual, morada, numa cidade a mais de 300 km de distância de Lisboa. Achando que aquilo era puramente confusão e engano do Banco, até porque ela já não era sua cliente há muitos anos, fomos juntas a um dos balcões para perceber de que assunto se tratava. Por um lapso qualquer, a conta não tinha sido fechada e tinha ficado lá guardado algum dinheiro... Algum... Precisamente o exato valor que me faltava para a formação que eu desejava com toda a minha alma fazer... É... As coincidências!

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Que estejamos todos mais atentos aos sinais da vida, do universo, da natureza... E sobretudo aos nossos pensamentos, ao que desejamos e visualizamos. Eu fui! E fui tão feliz!

Gratidão!

Apenas ser!

Marina Pacheco

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Defender uma obra requer percebê-la, interiorizá-la, contextualizar a sua origem e o propósito de quem a criou. Defender uma canção ou uma ária requer, contudo, colocar muito de nós nela própria.

A arte é isto: um compromisso entre representar o que está escrito na partitura e simplesmente Ser! Porque arte é sentir, é viver, é SER.

Deixamos tanto de nós em tudo o que fazemos que é inevitável a singularidade tão bonita e mágica que a interpretação de uma peça propõe.

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E cada obra é uma obra única independentemente da paixão que lhe temos e, por isso mesmo, vai ser sempre singular e especial em si. A música é facilmente apreciável, causando deleite, mas o que a torna incrível é essa unicidade peculiar que cada artista lhe confere com as características inerentes ao seu Eu, ao seu Ser.